Maratona de filmes leves.

Enquanto eu e a minha mãe esperávamos sentadas por uma vacina, uma cura ou um desaparecimento milagroso do COVID19, a gente resolveu ver um filme da Disney que tivesse o poder de fazer as pessoas se sentirem bem.

Mentira, foram 6 filmes.

Aqui, a lista que a gente escolheu:

Assistir uma quantidade considerável de filmes na corrida deveria ser uma profissão, porque eu sou excelente nisso! Aqui, a minha visualização da felicidade plena…

Mais por vir!

Sweet Magnolias

A série mais aguinha-com-açúcar que você vai (ou não) assistir em 2020.

Considerando que 2020 está um caos, eu confesso que eu até gosto de deixar “Sweet Magnolias” rodando ao fundo enquanto eu trabalho.

É uma série bonitinha E CRUEL.

Três amigas de uma cidade pequena dos USA (a cidade é linda e as casas são lindas!!!), passam por problemas opcionais e tolos do tipo: “A fulana fez uma festa no mesmo dia da minha festa, buá, buá”…

A parte cruel é a realidade que ela mostra. Uma sociedade completamente fechada e de mente fechada. A coitada da personagem da irmã da Britney Spears tenta de todas as formas se aproximar da personagem principal. Ela não é uma pessoa ruim! E a cidade inteira resolve que ela não merece uma chance.

Isso é realmente o reflexo das cidades do interior que eu tenho visto aqui, no vizinho do primeiro mundo. A gente morou em cidades pequenas onde a primeira regra era “fiquem longe dos católicos” e o mundo das pessoas girava em torno de qual das 11 igrejas eles frequentavam.

A série retrata exatamente isso. O lema é: “Nos envolvemos com a nossa pequena comunidade do nosso pequeno bairro e QUASE NINGUÉM é bem-vindo”. Há exceções, claro! Mas eu senti a crueldade dessas senhoras!

Claro que eu me apego e eu PRECISO terminar de ver algo que eu começo, e lá no final do último capítulo eles deixam um gancho – fraco, nada comparado a “Dead to me” – mas eu preciso assistir a segunda temporada! Ainda sem previsão!

Eu fui buscar o livro da série quando aquele gancho me pegou de surpresa, e descobri que era, na verdade, uma série de livros e que o meu gancho não necessariamente estaria em algum deles e pode ter sido criado só para a TV.

A autora recomenda que a gente comece por “Welcome to Serenity” e os livros que contam as histórias das 3 personagens principais são separados.

Normalmente, eu me atiraria no livro, mas dessa vez, meu interesse pela série foi apenas visual (sou fútil). Deixei os livros pra lá…

Como eu disse, a série é realmente bonitinha, e eu me vendo por coisas bonitinhas. A começar pela decoração e a arquitetura que ela mostra.

O SPA

Tem até reforma! E eu fiquei louca pra ver o resultado final… achei meio nada a ver, mas não ficou de todo ruim. A adaptação da casa histórica não permitia grandes mudanças, mas eu acho que eles poderiam ter se esforçado mais!

A casa da Maddie

A casa da Maddie é muito bonita e cheia de coisas que eu quero colocar no meu vision board (e eu não estou falando do treinador aleatório com quem ela não tem UMA conversa descente – na minha humilde opinião).

Eu falo é dessa mesa de jantar mesmo!

E da maneira como as paredes estão preenchidas por quadros e enfeites…

Até a cozinha está arrumada, mas não demais. O que é bom e condiz com a realidade de quem tem filhos pequenos!

Falando em filhos pequenos, preciso ir ensinar as minhas a fazer conta de menos…

Mais tarde eu volto e comento sobre a casa da Helen e da Dana Sue!

Maratonei “Dare me”

É óbvio que eu vi mais-uma-série-adolescente e eu cliquei “Play” automaticamente. Dessa vez, não consegui tirar fotos temáticas porque não consegui comprar o livro e porque eu resolvi fazer mais uma faculdade e ando super sem tempo… mas as maratonas continuam (ao fundo, enquanto eu trabalho de casa ou faço meus cálculos, pra não dormir!)

“Dare me” foi uma surpresa maravilhosa, considerando que eu não li absolutamente nada sobre a série antes de começar a ver.

Primeiro, a fotografia é impecável! Só pelas fotos da promoção da série a gente já tem uma ideia do que estava por vir em termos de direção de arte.

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Como se o filtro que eles usaram não fosse perfeito o suficiente pra me convencer a assistir essas gurias, a história superou as minhas expectativas.

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Tem todo um clima de “The Stanger” misturado com “You” no ar.  É uma série de suspense e drama, que se passa no colégio, mas que de adolescente não tem nada.

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Definitivamente, não é para os fãs da Lara Jaen. (mentira, vocês sabem que eu assisto a Lara Jean repetidamente!)

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Em uma escola de uma cidade do interior, a treinadora Collete ( Willa Fitzgerald ) assume o time das líderes de torcida, com a intenção de levar as meninas para a competição regional.

Lá, ela encontra a capitã Beth (Marlo kelly), que não gosta de ideia de obedecer uma velha – de 28 anos – e fica particularmente irritada com a atenção que a sua melhor amiga Abby ( Herizen Guardiola)  dá e recebe atenção da treinadora.

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Em algum momento, como a capa do livro diz as coisas vão longe demais. E foi aí que eu não aguentei esperar pela segunda temporada e mergulhei nas páginas da Megan Abbot! Justo eu, que não leio ficção…

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A versão do Audiobook que eu comprei veio com efeitos sonoros (música de fundo). Foi a primeira vez que eu vi, e eu recomendo!

É um suspense tão bem feito que, mesmo sabendo o final, eu tenho vontade de assistir tudo de novo pra prestar atenção nos detalhes!

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Falei um monte e não falei nada, né? Assistam e vamos conversar!

“Dare me” está disponível na Netflix.